Urologista em Campinas e Indaiatuba

Dr. Edison Schneider

Urologista em Campinas e Indaiatuba

Doutor em Urologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Experiência profissional na Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha. É responsável pela Residência Médica em Urologia da PUC Campinas.

Conheça o
Dr. Edison Schneider

Doutor em Urologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com sólida formação acadêmica, tanto no Brasil como no exterior, incluindo Alemanha, Estados Unidos e Inglaterra. Atua em clínicas e hospitais privados em São Paulo, Indaiatuba e Campinas. É responsável pela Residência Médica em Urologia da PUC Campinas e tem participação ativa na diretoria de urologia pediátrica da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia).

Sobre a Urologia

O Urologista é o médico responsável pelo cuidado das vias urinárias de homens e mulheres, e aparelho sexual masculino. Faz ainda o atendimento urológico em crianças, podendo ser procurado ainda no pré-natal quando se identifica alteração no trato urinário. Realiza desde pequenas cirurgias como correção de fimose e vasectomia, bem como cirurgias endoscópicas para extração de cálculos e cirurgias laparoscópicas e robóticas para correção de malformações ou retirada de tumores do trato urológico.

Estatísticas

+ 0
anos de experiência em uropediatria, laparoscopia
+ 0
anos em cirurgia robótica

Dr. Schneider possui na sua formação um enfoque especial na urologia pediátrica e cirurgia minimamente invasiva (laparoscopia e robótica).

Quando procurar

Saiba quando agendar uma consulta com um Urologista.

Hidronefrose

Dilatação da via excretora do rim (pelve renal), que, na maioria das vezes, é diagnosticada já na
ultrassonografia pré-natal. Pode ser uni ou bilateral e está relacionada à obstrução do trato urinário, ou refluxo de urina da bexiga para o ureter. Além disso, doenças como válvula de uretra posterior e síndrome de Prune Belly também podem causar a hidronefrose. 

Crianças com infecções urinárias de repetição devem ser investigadas por meio de ultrassom e demais exames, a critério do urologista pediátrico. O tratamento é individualizado, de acordo com as causas específicas que causam a dilatação, podendo ser acompanhamento clínico, medicações e até mesmo cirurgia.

Refluxo Vesicoureteral

É o retorno de urina da bexiga para o rim (pelve renal), causado por um defeito na junção do ureter com a bexiga. É a causa mais comum de infecções urinárias na infância. É sugerido que toda criança com infecção urinária seja avaliada por um urologista. O tratamento depende da gravidade, e pode ser realizado com acompanhamento e antibióticos, na maioria dos casos. 

Atualmente, o tratamento minimamente invasivo com injeção de hialuronidase no meato ureteral (bexiga) é uma alternativa ao tratamento clínico, por suas boas taxas de sucesso e baixa invasividade, evitando assim o uso prolongado de antibióticos e a realização de exames. O tratamento cirúrgico está reservado aos casos mais complexos, e com deficit da função renal.

Estenose de JUP (Junção Ureteropiélica)

É um estreitamento da junção entre a pelve renal e o ureter, geralmente congênito, podendo ser resultado de um estreitamento intrínseco da junção, ou compressão extrínseca por um vaso anômalo. A manifestação clínica mais comum é febre, resultante de infecção urinária, que pode ocorrer repetidamente. O rim pode ter sua função diminuída em decorrência do estreitamento. Como tratamento, inicialmente administram-se antibióticos para evitar infecções. 

Desde o momento do diagnóstico e, de acordo com a função renal, a criança pode ser acompanhada com exames periódicos, ou submetida a correção cirúrgica da região de estreitamento. A cirurgia pode ser aberta, laparoscópica ou robótica. As técnicas minimamente invasivas têm se estabelecido, com excelentes resultados, além da estética muito superior. Isso decorre das pequenas
cicatrizes que tendem a se tornarem insignificantes com o crescimento da criança.

Deficiência hormonal masculina

Cada vez mais frequente, não apenas entre os idosos, a deficiência de testosterona ou ainda o desequilíbrio dos hormônios esteroides está causando grandes transtornos na vida do homem. A obesidade, estilo de vida sedentário, e alterações laboratoriais contribuem para minar a capacidade sexual do homem, bem como sua força muscular, alegria e disposição em viver, devido à queda hormonal associada à síndrome metabólica. 

Não basta uma avaliação superficial ou ainda a reposição pura e simples da testosterona, pois a cascata hormonal é complexa e exige avaliação completa e experiência para seu tratamento total, de forma adequada. Produtos vendidos pela internet prometendo milagres na performance sexual podem surtir efeito inicialmente, porém a médio e longo prazo tendem a perder efeito, por alterações hormonais mais complexas que envolvem a questão. 

Realizando-se uma avaliação hormonal salivar completa (que dosa hormônios na forma livre, não conjugada), Dr. Schneider avalia cada parâmetro da cascata hormonal, o que possibilita uma intervenção mais precisa e completa, melhorando não apenas a função sexual, mas a qualidade de vida como um todo, a alegria e disposição em viver.

Criptorquidia

Na bolsa testicular de meninos deve haver dois testículos, desde o nascimento. A ausência de um deles ou dos dois, deve prontamente ser diagnosticada e tratada, preferencialmente antes de completar 1 ano de vida. O testículo “ausente” pode ser identificado logo acima do escroto ou sobre o osso púbico. Porém, em alguns casos está dentro da cavidade abdominal ou é ausente. 

O tratamento cirúrgico desses pacientes após 1 ano de vida é imprescindível, tanto para se preservar a fertilidade futura, bem como para prevenir tumor de testículo, que é mais prevalente em testículos criptorquídicos. Testículos que permanecem fora do escroto após os 2 anos sofrem lesões irreversíveis que podem causar infertilidade.

Hipospádia

É uma malformação congênita da uretra, caracterizada por localização do meato uretral (ponta do canal do xixi) abaixo do local habitual, podendo ser próximo do normal ou em qualquer lugar entre a glande e a base do pênis ou escroto. O tratamento é cirúrgico, com técnicas de cirurgia plástica e rotação de retalhos para se reconstruir o canal da uretra e a idade ideal para sua realização seria entre 6 e 18meses. Conforme a gravidade do caso pode ser necessária mais de uma cirurgia para sua correção.

Principais
atendimentos

Cirurgia Robótica

Os robôs vêm sendo cada vez mais empregados em todas as áreas de produção e nesta última década foram definitivamente incorporados na medicina, mais especificamente na prática cirúrgica.
A cirurgia laparoscópica é realizada através de pequenas incisões pelas quais se colocam os instrumentos para a realização da cirurgia. A cirurgia robótica segue o mesmo princípio, mas quem move estes instrumentos, de forma tridimensional, é um robô. Todos os movimentos do robô são comandados pelo cirurgião, que fica em um console de trabalho, ao lado. Neste, o cirurgião tem uma visão tridimensional (3D) do campo cirúrgico, através da câmara que está no paciente. Junto do paciente o cirurgião auxiliar comanda a entrada e saída de pinças e materiais cirúrgicos, como fios e clipes. 

As cirurgias laparoscópica e robótica são chamadas de procedimentos minimamente invasivos por apresentar inúmeras vantagens, em comparação com a cirurgia aberta, tradicional, a saber: melhor aspecto estético, menos dor no pós-operatório, menor necessidade de medicação analgésica, recuperação mais rápida e retorno a atividades habituais, menor sangramento e em muitos casos, menor tempo cirúrgico. Além disso, nas cirurgias de próstata, retirada mais rápida da sonda vesical e menor necessidade de se usar um dreno abdominal no pós-operatório. A cirurgia auxiliada por robô acrescenta ainda outras vantagens, tais como:

  • Remoção mais precisa do câncer.
  • Diminuição de tremores eventualmente apresentados pelo cirurgião durante a cirurgia.
  • Melhor capacidade de se fazer preservação de nervos (no caso da próstata, preservação de ereção no pós-operatório).
  • Na cirurgia de próstata: retorno mais rápido da função sexual e melhora da continência urinária no pós-operatório.

 

Utilizando a plataforma da cirurgia robótica o cirurgião controla durante toda a cirurgia, com extrema precisão:

  • A visão em 3D e com magnificação de até 10 vezes.
  • A remoção do órgão/tumor meticulosamente.

Trabalha com precisão junto de nervos importantes e que devam ser preservados em crianças, dadas as dimensões dos pacientes e necessidade de maior treinamento da equipe, a cirurgia robótica vem se desenvolvendo mais lentamente, mas aos poucos vem estabelecendo seu lugar. Em muitos hospitais dos EUA e Europa substitui a laparoscopia, com resultados clínicos
semelhantes, agregando uma tecnologia que melhora a precisão, diminui o campo de dissecção
interna, sem perder a qualidade do resultado final. Agrega ainda conforto maior ao cirurgião e já se
visualiza a realização de procedimentos mais complexos, com grandes ganhos ao paciente.
Dentre as cirurgias realizadas por robô na urologia pediátrica, estão a pieloplastia (correção de estenose de junção ureteropiélica), reimplante ureteral (correção de refluxo vesicoureteral), nefrectomias parciais (por tumor ou ausência de função), além das anastomoses uretero-ureterais (nos casos de duplicidade do sistema coletor).

Pênis embutido

O pênis embutido pode ser congênito ou adquirido com os anos, geralmente decorrente de obesidade e envelhecimento. Com o progressivo ganho de peso o quadro pode tornar-se pior devido ao acúmulo de gordura na região pré-pubiana, escondendo ainda mais o pênis. Homens que realizaram cirurgia bariátrica também podem apresentar este pênis escondido pelo excesso de pele resultante do emagrecimento, o que causa uma aparente retração peniana. Estes homens com pênis embutido podem ter problemas sexuais, pois as ereções podem ser dolorosas, com dificuldade de penetração vaginal ou mesmo impossibilidade, além do constrangimento psicológico que esta condição normalmente causa.

Sintomas urinários também podem estar presentes, como gotejamento, jato múltiplo e necessidade de manobras para urinar em pé, ou mesmo a necessidade de urinar sentado. A higiene local também se torna difícil, devido à pele redundante no local e acúmulo de suor e umidade, podendo causar micoses e infecções bacterianas no local. A perda de peso pode melhorar parcialmente a condição, principalmente em pacientes mais jovens e com obesidade moderada, mas nos casos mais graves, ou quando a perda de peso não é possível a cirurgia para retirada do excesso de pele e gordura pré-pubiana se torna necessária. A técnica cirúrgica foi descrita no final dos anos 90 por Gary Alter e tem se mostrado muito eficaz no tratamento estético e funcional destes pênis embutidos. Realiza-se uma incisão transversa na região supra-púbica e retira-se uma camada de gordura da região bem como a pele redundante, o que permite uma melhor exposição peniana. Uma abordagem na parte inferior do pênis melhora também a transição entre o pênis e o escroto, o que torna o corpo peniano ainda mais visível, conferindo grande satisfação aos pacientes operados. Dr. Schneider realiza este procedimento tanto em crianças quanto em pacientes adultos e mais idosos, possibilitando uma sensível melhora na qualidade de vida destes indivíduos.

Prostatectomia radical robótica

Prostatectomia radical é a cirurgia realizada para retirar completamente a próstata e as vesículas seminais, devido ao câncer de próstata. A remoção cirúrgica é considerada por muitos como o melhor tratamento, principalmente quando se observa resultados de ausência de doença e sobrevida a longo prazo. Entretanto, este tratamento não é isento de complicações e algumas possíveis sequelas, o que nos leva como urologistas a procurar o tratamento ideal para cada caso, considerando o estágio da doença e características de cada paciente, como idade, outras doenças, porte físico e desejo pessoal.

A técnica é a mesma da laparoscopia (pequenos orifícios no abdome por onde entram as pinças
cirúrgicas), entretanto ao invés do cirurgião manipular as pinças diretamente no paciente, um robô manipula as pinças dentro do paciente, e este é comandado pelo cirurgião, que visualiza o campo em 3D com alta definição de imagem, em um console de trabalho.

Vantagens: A vantagem estética é evidente, embora não seja primordial nestes casos. Além desta, a recuperação destes pacientes tem sido mais rápida, com menos dor ou necessidade de analgésicos. A magnificação da imagem no momento da cirurgia pode ser considerada outra vantagem, facilitando a identificação dos vasos e nervos de forma mais precisa. Para o paciente, além da recuperação mais rápida, com menos dor e retorno precoce às atividades habituais, a qualidade da imagem 3D e precisão de movimentos permite uma cirurgia mais minuciosa, principalmente com relação à identificação de nervos e vasos, diminuindo o sangramento e aumentando a chance de recuperação da capacidade de ereção. Para o cirurgião, a cirurgia se torna mais fácil, com manobras mais confortáveis e um posicionamento melhor. O aprendizado da técnica é mais rápido, e a imagem 3D favorece e facilita a sua realização.

Desvantagens: O grande fator limitante é o custo. Tanto para os hospitais que necessitam comprar o robô e proverem sua cara manutenção, bem como para os pacientes que em nosso país têm que custear o procedimento, ou pelo menos uma parte do valor, parte esta não coberta pelos convênios e seguro saúde. Algumas eventualidades podem ser consideradas desvantagens, tais como eventual dificuldade de posicionamento dos braços do robô, bem com seu travamento, além de defeito técnico da máquina durante o procedimento, situações felizmente raras.

Cirurgia laparoscópica

As cirurgias laparoscópicas se popularizaram nas três últimas décadas, e tem se tornado, técnica de
escolha para diversos tratamentos, principalmente pelos melhores resultados estéticos, menor dor
no pós-operatório e alta hospitalar mais precoce. As principais cirurgias laparoscópicas são as de retirada parcial ou total do rim (nefrectomia radical, total, parcial ou heminefrectomia em crianças), da glândula adrenal, de linfonodos retroperitoneais, prostatectomia radical, e as cirurgias reconstrutivas, como pieloplastia (por estenose de JUP, em adultos e crianças) e uretero anastomoses.

Colocação de Prótese peniana

Dificuldade de ereção ou mesmo sua ausência, podem ocorrer em pacientes diabéticos (doença cada vez mais frequente pelos hábitos alimentares e estilo de vida atual) ou após cirurgia. Quando os tratamentos medicamentosos via oral ou ainda com injeção intracavernosa não funcionam, a colocação de prótese peniana está indicada. Existem próteses maleáveis, também chamadas semi-rígidas ou infláveis, cada qual com suas vantagens e indicação. A cirurgia para colocação é relativamente simples, de baixo risco e o paciente pode receber alta no mesmo dia do procedimento. Infecção no local da cirurgia é o principal risco temido e uma cirurgia com protocolos rígidos e bem definidos de antissepsia e assepsia devem ser seguidos. Além disso, existem próteses com antibiótico incrustado em sua superfície, o que diminui o risco de infecção local. Além disso, um bom controle da glicemia no pré-operatório, nos pacientes diabéticos, é necessária para minorar este risco.

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Exames

Urofluxometria

Exame pelo qual se avalia a velocidade do fluxo urinário e o volume eliminado. Para que o exame possa fazer uma análise confiável, é preciso que a seja uma micção natural. Para isso, é recomendado que o paciente esteja com bexiga confortavelmente cheia no momento do exame. Os sensores enviam os parâmetros para o computador. Gráficos são gerados apresentando o fluxo urinário a cada segundo. O exame mostra a quantidade da urina expelida (em ml), a força do jato urinário e o tempo para o esvaziamento da bexiga.

Estudo Urodinâmico

Exame realizado com uma sonda na uretra e uma ponta de sonda com balão no reto, que avalia todas as fases do funcionamento vesical, desde o enchimento até a micção. Pode-se verificar a capacidade e complacência da bexiga, as perdas aos esforços ou perdas por urgência, a força do jato e a pressão vesical necessária para tal fluxo, podendo dar diagnóstico de obstrução das vias urinárias ou falência da bexiga.

Você sabia?

Um em cada 100 marcianos sofre com o Mal de Azimute, que pode ter cura com a cirurgia intergalática. 

Currículo

Dr. Edison Schneider

Doutor em Urologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, o Dr. EdisonSchneider foi desde muito cedo conduzido e vocacionado à medicina. Decidiu fazer medicina aos 12 anos, alimentado por histórias de grandes nomes da medicina contadas por seu pai, como Dr. Livingstone, Dr. Christiaan Barnard e Dr. Zerbini, seu desejo de fazer parte desse time de “sacerdotes da vida” tornou-se realidade com a aprovação no vestibular da USP, UNICAMP e UNESP em 1992. 

Dr. Edison Schneider teve sólida formação acadêmica tanto no Brasil como no exterior. Formou-se médico pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) em 1997. Fez residência em cirurgia geral no Hospital das clínicas da FMUSP. A seguir foi residente de Urologia na mais conceituada residência de Urologia da américa latina (HC-FMUSP). 

Concluindo a residência em 2004, recebeu o título de Urologista, após aprovação em concurso da Sociedade Brasileira de Urologia. Foi bolsista do serviço de intercâmbio alemão (DAAD- Deutscher akademischer Austauschdienst) e da CAPES (Coordenação de aperfeiçoamento de pessoal de nível superior – MEC), concluindo seu doutorado em 2008. 

Foi clinical fellow num dos melhores e mais conceituados serviços de urologia da Europa e do mundo – Universidade Johannes Gutenberg, Mainz, Alemanha, dedicando-se principalmente às áreas de urologia infantil, disfunções miccionais e urologia reconstrutiva. 

De volta ao Brasil em 2006, desenvolveu trabalho de pesquisa, ensino e assistência médica no Hospital das Clínicas da FMUSP até 2009. Atualmente, além de atuar em clínicas e hospitais privados em São Paulo, Indaiatuba e Campinas, é médico assistente de Urologia do Hospital da PUC de Campinas, chefe do setor de uropediatria e disfunções miccionais, bem como o responsável pela residência médica em urologia (especialização), exercendo atividades didáticas, assistenciais e científicas.

Convênios Atendidos

Amil, Sul américa, Economus, Cabesp, Allianz, Holambra, Omint, Saúde Caixa, Sompo e Unafisco.

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